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FAROFA-LA: A TRAJETÓRIA DE UMA START-UP BRASILEIRA QUE NASCEU NA INTERNET

Olá, visionários e visionárias! Neste post, voltamos à nossa série de entrevistas (já viu todas?) para entender como a Farofa-la usa a internet para crescer e inovar no mercado de alimentos.

Opa, internet? Alimentos? Como assim? Isso funciona?

Senta que lá vem textão a explicação!

 


 

A INTERNET VAI REVOLUCIONAR A FORMA COMO NOS ALIMENTAMOS

 

Após ter revolucionado a forma como nos comunicamos, como trabalhamos e como compramos, a internet agora começa a revolucionar também a forma como nos alimentamos. Desde a escolha e compra dos alimentos, passando pela sua preparação, rastreabilidade e descarte: milhares de pequenos e grandes negócios que incorporam o uso de recursos online pipocam mundo afora.

Se formos pensar bem, isso já acontece de forma bastante expressiva na culinária e gastronomia – alguém aí ainda tem caderno de receitas cheio de respingos das comidas que preparou? O foodporn se estabelece como forma de lazer, atuando muito mais como um passatempo e criador de um universo simbólico ao redor de certo alimentos (Nutella, alguém?), do que como fonte de inspiração para receitas concretamente realizadas.

Poste uma foto do que você está comendo agora para perceber como a comida movimenta o ser humano (algo que a visionária Bianca Trevisol já havia nos apontado no ano passado).

Falando especificamente da venda de alimentos, o mercado online ainda caminha para alcançar a sua maturidade. Conforme a apresentação de Daniel Protz, fundador e CEO da Flavorwiki, durante o Food Innovate Summit, de todas as aquisições realizadas no mundo, 11% já são online – mas para alimentos, este número ainda está na faixa de 5%.

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Qual a diferença entre vender em um supermercado e vender online? Obviamente o desafio logístico é bastante diferente, porém a venda online – principalmente aquela realizada pela própria marca – permite capturar dados, relacionados ao comportamento do consumidor, que não são possíveis (ou são difíceis de serem obtidos) na venda tradicional.

Pense em como qualquer ferramenta online é capaz de “entender” onde você está e quem é e sugerir conteúdo adequado ao seu momento. Quem viaja percebe que as recomendações e anúncios mudam conforme o local. Netflix, Amazon, Submarino, Saraiva: todos são capazes de lhe indicar outros produtos ou serviços comprados ou visualizados por pessoas como você.

Essa inteligência de negócio é um algoritmo que coleta o rastro de informações que todos deixamos quando acessamos a internet.  Estas informações podem ser usadas não apenas para sugerir outros produtos/serviços, mas também – e aí que reside seu maior poder – para desenvolver soluções mais adequadas ao público que se relaciona com a marca. Pense que, ao invés de tirar uma ideia do ar, você trabalhasse com os dados dos usuários reais que visitam o site da sua empresa.

Para mim, a digitalização dos alimentos é uma das duas maiores tendência que este mercado verá nos próximos anos.

Até bem pouco tempo atrás, a indústria de alimentos estava alheia a este mundo. Lá fora, a chave já virou faz algum tempo. No Brasil, contudo, poucas grandes marcas de alimentos se aventuram no mundo online: podemos falar aqui da Drinkfinity (que é uma spin-off da Pepsico) e das fabricantes de guloseimas Fini e Docile.

Seguindo então a trilha deixada pela Flavorwiki, que aposta no impacto da internet sobre todas as etapas do desenvolvimento de um produto, fomos atrás de start-ups de alimentos  brasileiras que estão navegando nesta onda.

Esta é uma entrevista co-criada com os visionários de alimentos: tudo começou com um pedido na nossa página do Facebook. A resposta, com não poderia deixar de ser com esta rede fantástica, de gente interessada e interessante, foi impressionante. Dezenas de empresas pintaram foram sugeridas.

Entre as mais citadas, estava a Farofa-la, empresa fundada pelo André Melman e Mikael Linder, que fornece snacks shelf-stable saudáveis e “diferentões” pela internet. Usando mais uma vez a rede, entramos em contato e combinamos a entrevista.

 

Entrevista com ANDRÉ MELMAN, fundador da Farofa-la

 

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Nesta entrevista, o empreendedor nos fala sobre seus aprendizados e reinvenções nos 4 anos de Farofa-la: como a empresa se transformou de um marketplace de experiências, para um de produtos e então desenvolveu sua própria linha.

Muito além da questão de saúde do corpo físico, a Farofa-la busca atingir e impactar outros níveis de nutrição, em esferas cada vez mais sutis de percepção, que incluem a vitalidade, a sustentabilidade e o respeito pela cadeia. Apesar de ainda ter uma causa muito clara e cada vez mais forte, André nos conta que deixou certo romantismo, que entendia que tudo iria fluir organicamente.

Conosco, ele compartilha o que aprendeu nesta jornada, o que faria de outra forma e como vem entendendo a posição da Farofa-la no mundo da internet.

Vamos à entrevista?


Você percebeu como ele respondeu à minha última pergunta?

Eu gostaria de saber se ele se aventuraria numa empresa de commodities – ao que ele rebateu, com bastante convicção, dizendo que mesmo em commodities é possível inovar. (com certeza é!) Ou seja: estamos em frente a um típico empresário schumpeteriano, que perturba e desorganiza as formas existentes de fazer as coisas.

Algo raro num Brasil cheio de empresários replicadores.


 

CUPOM DE DESCONTO E SORTEIO EXCLUSIVO!

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Não bastasse essa baita aula sobre empreendedorismo e propósito, o André nos concedeu dois superbrindes para dividir com os visionários!

Use o código INOV 2017 e receba um desconto na sua Snackbox!

Condições:

  • R$15,00 de desconto na 1ª caixa da assinatura (escolha os snacks da 1a caixa neste link)
  • O cupom deve ser aplicado ao final (depois de escolher os snacks).
  • Válido até 31/12/17

E tem mais! A Farofa-la está sorteando, entre os visionários da Sra Inovadeira, DUAS SNACKBOXES, com 10 snacks saudáveis e super inovadores! 😉

Serão dois contemplados sortudos entre os nossos assinantes: então corre se inscrever, porque o sorteio será realizado no dia 08 de novembro, e será divulgado no Facebook e Instagram.

RESULTADO!

 

 

Foram sorteadas Jaqueline de Oliveira e Juliana Martinez.

Parabéns, meninas!

Quero saber o que acharam dos produtos depois, hein?

E muito obrigada a todos que participaram!

Sobre Cristina Leonhardt

Eu quero que você alcance todo o potencial de inovação que existe dentro da sua empresa de alimentos. Se conseguirmos criar um produto diferenciado, não teremos mais consumidores. Teremos uma legião de fãs. Quer me conhecer melhor - pode me adicionar no Linkedin: www.linkedin.com/in/cristina-leonhardt/
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