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Neste momento, vocês devem estar bem no meio do planejamento 2027. É provável que estejam se debruçando sobre sinais de futuros para tomarem decisões sobre novos produtos.
Mas… como fazer isso bem, sem cair na vala comum do pistache cravejado proteico?
Vamos começar do começo: somos 8 bilhões de pessoas no mundo, 200 milhões delas apenas aqui no Brasil brasileiro. Mesmo que muita gente queira comer proteína, nem todo mundo quer: as tendências coexistem aos milhares, afinal nós somos uns diferentes dos outros.
Dito isso, vou compartilhar com você 3 filtros que aplico nos projetos de inovação dos nossos clientes para avaliar se uma tendência merece, de fato, se tornar uma oportunidade para o negócio.
1. A equipe interna vai apoiar
Ou seja: faz sentido para vocês.
O esforço para convencer a própria equipe interna de que vale a pena surfar em uma tendência tem que entrar no cálculo do tamanho da oportunidade. É preciso ser muito realista com o volume de treinamentos e contratações que a entrada em novas categoria traz, especialmente se vocês terão que trocar o canal de vendas e/ou o comprador.

De pouco adianta querer surfar na onda da proteína se toda a sua força de vendas só sabe vender guloseimas. É difícil vender suplementos se o seu negócio é craque em fabricar biscoitos. Operar no varejo exige uma curva de aprendizado longa para uma empresa de ingredientes.
Impossível não é. Mas requer tempo, grana, muita resiliência e paciência no início.
A equipe interna terá adesão a esta tendência? Teremos Financeiro, Vendas, Qualidade felizes e esperançosos com a entrada nesta categoria?
Ponto para ela.
2. Vocês conseguem fazer algo realmente único
Um dos principais problemas de novos produtos é a baixa diferenciação em relação à oferta já disponível. O mercado está cheio de produtos que oferecem a mesma experiência sensorial, afetiva e de significado para os consumidores.

Vale a pena lançar mais um produto dentro de uma cesta de outros iguais? Talvez: em categorias com distribuição bem limitada (por exemplo, cadeia congelada), lançar “cópias que não são iguais” amplia o acesso e pode ser uma boa estratégia.
A sua empresa é capaz de fazer algo realmente único e criativo? Vocês trazem uma perspectiva autoral para esta tendência ? Vocês cruzam esta tendência com outras, ou a assimilam de forma ousada?
Ponto para ela.
3. Alguém não dorme hoje porque vocês ainda não entraram na tendência
Esta tem alguma relação com o filtro acima, com uma diferença: não apenas tem alguém esperando ansiosamente por esta tendência, como esta pessoa está esperando especificamente a sua empresa fazer este lançamento.
Porque ela ama a sua empresa.

A gente não deve menosprezar o esforço necessário para romper o viés de disponibilidade das pessoas: fazer alguém lembrar de algo para além do que sempre viu é tarefa cara que requer muito esforço.
Encontrar um público apático torna isso quase impossível.
Alguém não consegue resolver seus problemas, seu dia, seus desejos hoje porque vocês ainda não entraram nesta tendência? Os produtos que vocês lançarão serão muito atrativos para o público que vocês atendem?
Ponto para ela.
Depois de centenas de projetos de inovação aprendemos: a sua empresa não precisa de mais tendências. Precisa de clareza estratégica e foco no que apostar.
É por isso que a nossa abordagem para inovação estratégica faz um convite para olhar primeiro para dentro, para então olhar para fora.
Esta é a base da nossa jornada do DNA de Inovação.

O DNA de Inovação é o método autoral da Manbu para roadmapping de novos produtos, serviços e negócios.
Em apenas três dias de imersão, lideranças e times saem alinhados sobre prioridades, critérios de decisão e o pipeline de inovação.
Uma conversa que costuma se arrastar por meses de reuniões se resolve com foco, método e informações reais da empresa.
Está planejando os lançamentos de 2027? Vamos conversar.
Com o DNA de Inovação, sua empresa pode separar tendências relevantes do ruído e identificar oportunidades estratégicas alinhadas ao negócio — como já fizeram empresas como Leão, Scala, Catupiry, Nita, Alvoar, Bom Princípio, Madalosso e Cidade Imperial.
Mas isso depende de fazer escolhas menos aleatórias e empregar os recursos internos de inovação de forma mais alinhada.
É com isso que a gente trabalha, todos os dias. Conte conosco nesta jornada.
ps.: não, eu não recomendo que vocês lancem um pistache proteico em 2027.
Juntos podemos causar um grande impacto através de pequenas ações: compartilhe e espalhe a mensagem.
E mais: participe da comunidade privada de +12000 visionários de alimentos que recebe dicas e insights exclusivos.
Sem spam. Só inovação.
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